Cap 1:
Todo dia o mesmo sofrimento. Eu acordava de manha naquela escuridão
enorme. Logo após isso, acordava meus companheiros de "quarto" para
nos prepararmos para mais um dia de angustia e ansiedade.
Todos nós eramos homens, ou fomos um dia. Hoje não passamos de
"ratos de laboratório". Desde que as mulheres dominaram o mundo, elas encolheram
todos os homens com suas experiências e passaram a nos comercializar pelo
mundo a fora. Eramos usados para tudo:
Objetos, escravos, massagistas, empregados e como "criadores de filhas".
Isso mesmo, "criadores de filhas". O que é isso ?
Como não existiam mais homens no tamanho normal as mulheres só tinham a nós, pequenos homens para ter seus filhos. Sendo que se eles nascessem homens, deveriam ser levados para a clinica e serem encolhidos. Já as mulheres teriam sua vida normal. Não sabemos o porque disso tudo e quem inventou essas regras, mas parece que todas as mulheres já se acostumaram com isso e não nos veem mais como seres humanos.
Agora, voltando ao começo. Nós eramos 5 homens menores que a metade de uma caneta
dentro de uma jaula escura. Havia apenas uma pequena fresta de luz no canto
esquerdo. Nela podiamos ver o que acontecia do lado de fora, desde que fosse um de cada vez.
As unicas informações que eu sabia eram que nós estavamos numa loja de mini homens, só que não era uma loja qualquer e sim uma das lojas mais caras, no qual somente atrizes, modelos e mulheres muito ricas compravam.
Era como se fossemos filhotes de cachorros, em um canil, esperando um dono nos levar.
Quando não nos levavam e ficavamos muito tempo presos na jaula, a dona da loja nos levava para casa e a vitima que ela levou, nunca mais retornava. Não sabemos o que acontecia e nem queriamos. Meu nome é Bruce e sou o mais velho dessa jaula. Sinto que minha hora de ser levado pela dona está chegando.
Passaram algumas horas e a dona da loja, a Luna, já estava fechando tudo. Ela está vindo na direção da minha caixa e eu berrei:
- Rápido pessoal, finjam que estão dormindo !
- Ela está vindo ?
- A meu deus vamos morrer ! Não quero ser levado
- Parem de falar e façam o que eu disse ! Rápido !
Sabia que isso não adiantaria nada, mas era tudo que podiamos fazer.
Vi que ela abriu a tampa da jaula e fechei os olhos:
- Aaaa que bonitinho, estão todos dormindo. Pena que um de vcs não vai dormir mais agora.
Vou levar um para casa. Quem de vcs é o mais velho mesmo ?
Ela sempre perguntava isso quando ia nos levar, mas sempre recusavamos a responder.
- Hoje não estou com paciência, me respondam !
Nisso, ela balançou a jaula e nós acabamos levantando. Todos sabiam que eram eu, mas
não queriam me denunciar !
- Não vão dizer né ? Então...
Ela pegou o corpo de um dos companheiros de cela e ameaçou joga-lo no chão caso não falassemos. Não aguentei e falei:
- Sou eu ! Pode me levar sua vadia ! ! !
O rosto dela ficou vermelho e ela jogou de volta o amigo na cela. Me pegou apertando bastante meu corpo e disse:
- Voce, "serzinho" ridículo, vai aprender quando chegarmos em casa.
Ela me pegou e me colocou dentro de uma caixinha de anéis. Fiquei muito apertado lá dentro.
Luna era uma garota jovem. Aparentava uns 25 anos ou menos. Era loira e muito semelhante a aquela atriz "Elisha Cuthbert". Tinha aparentemente 1,70 de altura. Não era baixa e nem alta.
Acho que calçava 35, pois lembro que ela deixou o chinelo perto da nossa jaula uma vez quando foi trocar de roupa na loja. Mesmo as mulheres, sendo muito crueis conosco, não perdiamos o que sentiamos por elas. Acho que para todos os homens, o fato de ter mulheres maravilhosas gigantes para nos usar era como ter prazer e pavor ao mesmo tempo. Uma sensação muito diferente.
O carro dela parou. Acho que chegamos na casa. Meu coração começou a bater forte e quase saiu do meu corpo quando escutei um latido de cachorro. Nada podia ser pior que um cachorro para nós que eramos minusculos. Ela pegou a caixa onde eu estava e me levou pra dentro.
Passaram alguns minutos em silencio e a caixa abriu. Lá estava Luna, com um roupão rosa me olhando. Eu estava numa mesinha na sala. Sai da caixa ainda meio tonto e logo após admirei a beleza dela. Fiquei encantado, nunca tinha reparado como ela era espetacular na loja.
- Hoje, seu malcriado, voce será todo meu. Quero uma massagem nos meus pés agora !
Ela sentou no sofá e esticou as pernas, colocando os pés na mesa.
Até que falei:
- Não tem como eu massagear todo seu pé, apenas o calcanhar ! Eu não chego nem na metade dele.
Vi que ela ficou louca de prazer quandi disse isso. Era como se ela aumentasse ainda mais a sensação de superioridade sobre mim.
- Se vira ! Se não massagear ele todo, vou de torturar até não aguentar mais.
Fiquei com muito medo após ouvir isso. Vi que na mesinha tinha uma vela. Peguei ela e fui arrastando até chegar perto do pé dela. fiz buracos nela e fui subindo como se fosse uma escada. Nisso fui massageando. Não podia deixar de sentir o cheiro maravilhoso dos pés dela. Eram algo diferente do normal, não sei explicar.
- Terminei a massagem dona Luna... Posso descançar agora ?
- Descançar ? Hahahahaha
- .....
- Haha... Vc não vai mais saber o que é descançar nessa casa.
Nisso ela esticou a perna mais ainda e colocou o calcanhar sobre mim, mas sem apertar contra a mesa. Ela estava sentindo muito prazer com isso... eu tb, mas junto com uma dor horrivel na coluna ! Tentei não berrar mas não aguentei depois de 1 minuto.
- Pareee por favor, pareee ! Não aguento mais o peso ! Por favorrr.........
- Está doendo rsrs ? Que pena, não vou tirar o pé de voce, estou muito confortavel.
- Poor...poor.. favor..or...
- Hum.. tá bem, mas agora quero que vc venha até o meu joelho esquerdo. Rápido !
- Sim se..senhora...
Quando ela tirou o pé, me senti a pessoa mais leve do mundo. Nunca havia sentido uma dor tão forte nas costas. Mas consegui ficar de pé. Subi na perna dela, tentando me equilibrar para não cair lá embaixo. Cheguei no joelho esquerdo.
- Agora olhe pro lado.
Quando vi, a sola do pé direito estava vindo na minha direção. Ela me pressionou contra o joelho e colocou a sola do pé em mim. Nisso desmaiei no joelho.
Quando acordei, estava dentro de um copo de cabeça para baixo. Tentei empurrar mas não tive forças. A campainha tocou. Era uma amiga de Luna. Acho que seu nome era Josie. Ela aparecia sempre na loja para conversar com ela. As duas foram na minha direção e pensei que era o meu fim. Tomara que não...
Continua no próximo capitulo....
Autor:
Fanatic Foot